INSCRIÇÕES PARA A 18ª ARRANCADA CATARINENSE DE TRATORES ACONTECEM NESTE SÁBADO EM TURVO |
ABRIL AZUL: EQUOTERAPIA AJUDA NO DESENVOLVIMENTO FÍSICO, EMOCIONAL E SOCIAL DE PESSOAS COM TEA
A equoterapia tem se mostrado extremamente benéfica quando usada como intervenção complementar para as pessoas com transtorno do espectro autista. Os cavalos são capazes de ajudar de verdade a promover o desenvolvimento físico, emocional e social.
Os projetos desenvolvidos com este tipo de terapia na região de Tubarão têm alcançado resultados de sucesso. Alguns deles ocorrem no Centro de Terapia Integrada e Intensiva Ecosonhos, com sede em Laguna e unidades em Santa Rosa do Sul, Jacinto Machado, Pedras Grandes, Orleans e Lauro Müller.
Mais de 200 praticantes com TEA de várias cidades e de todas as idades participam. Mãe do pequeno Miguel Fortunato Domingos, de 7 anos, a pescadora Cintia da Silva Fortunato Domingos confirma a evolução do filho após o início das sessões de equoterapia.
Miguel foi diagnosticado com TEA aos 2 anos e 4 meses e, desde então, Cintia faz de tudo o que é possível para que ele tenha melhor qualidade de vida. “Depois que o Miguel começou a ter contato com os cavalos, passou a interagir mais, demonstrar o que sente. Se soltou e fez novos amiguinhos”, relata a mãe.
Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Transtorno do Espectro Autista da Assembleia Legislativa, o deputado Pepê Collaço tem atuado para promover políticas públicas e inclusão social. Até o momento, R$ 3.590.439,24 em emendas foram destinados pelo deputado para investimento em projetos e ações voltadas ao TEA, entre elas a equoterapia realizada por Miguel e os amiguinhos.
“São muitos os benefícios da equoterapia. Pode melhorar o equilíbrio, a coordenação, a fala... O contato é o vínculo com o cavalo ajudam na interação social e autoestima, entre muitas outras melhorias”, avalia o deputado.
“A terapia com cavalos foi uma bênção de Deus para o meu neto. O comportamento na escola melhorou, assim como atitudes do tipo saber esperar e aceitar o não”, conta a aposentada Ivonete Cardoso Ferreira, avó de Benjamin Ferreira Fernandes, de 8 anos, cujo diagnóstico de autismo foi confirmado há poucos meses.
Deixe seu comentário