MORRE AOS 70 ANOS O JORNALISTA ESPORTIVO ADROALDO GUERRA FILHO, O GUERRINHA |
MORRE AOS 70 ANOS O JORNALISTA ESPORTIVO ADROALDO GUERRA FILHO, O GUERRINHA
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Carlos Macedo / Agência RBS -
Com mais de cinco décadas de carreira, comentarista tornou-se uma das vozes mais conhecidas do jornalismo esportivo gaúcho
O jornalista e comentarista esportivo Adroaldo Guerra Filho, conhecido como Guerrinha, morreu nesta quarta-feira (28), aos 70 anos, em Porto Alegre (RS). A notícia repercutiu entre profissionais da imprensa, clubes e entidades esportivas, que destacaram a contribuição do comunicador para o jornalismo e o futebol gaúcho.
Com mais de cinco décadas de carreira, Guerrinha construiu uma trajetória marcada pela irreverência, pelo bom humor e por análises diretas sobre o futebol. Integrante do Grupo RBS desde 1983, trabalhou em diferentes veículos de comunicação e conquistou reconhecimento entre leitores, ouvintes e telespectadores.
Formado em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), iniciou sua carreira na cobertura do turfe, modalidade pela qual desenvolveu interesse ainda na infância, influenciado pelo pai, o radialista Adroaldo Guerra, conhecido como Vovô Guerra. Ao longo dos anos, passou por jornais como Folha da Manhã e Correio do Povo, antes de consolidar sua atuação no Grupo RBS.
Na década de 1990, direcionou seu trabalho para a cobertura do futebol, especialmente do Internacional, clube pelo qual declarava sua torcida. Na Rádio Gaúcha, ganhou destaque como comentarista e tornou-se um dos integrantes mais conhecidos do tradicional programa Sala de Redação, no qual se destacou pelo estilo espontâneo, pelas opiniões contundentes e pelas frases marcantes.
Além do rádio, Guerrinha também atuou na televisão e na imprensa escrita, assinando a coluna Guerra Total, no Diário Gaúcho, e apresentando o programa Paredão do Guerrinha. Sua presença em diferentes plataformas contribuiu para ampliar seu alcance e consolidar seu nome entre os profissionais mais reconhecidos do esporte no Rio Grande do Sul.
Após a confirmação da morte, clubes como Internacional, Grêmio e Juventude manifestaram pesar, ressaltando a importância do jornalista para a comunicação esportiva e sua contribuição ao longo de décadas de trabalho.
Guerrinha deixa a esposa, Kathia, as filhas Michelle e Karine e três netos. Sua trajetória deixa um legado na imprensa gaúcha, marcada pela personalidade forte, pelo estilo próprio de comentar e pela dedicação ao jornalismo esportivo.
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