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SOMBRIO SEDIOU A ABERTURA DA COLHEITA DA MANDIOCA
Atualmente, cerca de 60% da mandioca plantada em Santa Catarina está localizada no Sul Catarinense.
A II Abertura Estadual da Colheita da Mandioca Industrial ocorreu na quinta-feira (09), em Sombrio, oficializando o início da safra. O evento, organizado pela Epagri, na propriedade de Daniel Souza dos Santos, em Sombrio, celebrou uma cultura que movimenta mais de R$ 300 milhões no Estado de Santa Catarina, com destaque para a produção de fécula e farinha, com 12.500 hectares de mandioca em todo o Estado. Atualmente, cerca de 60% da mandioca plantada em Santa Catarina está localizada no Sul Catarinense, destinada principalmente à produção de fécula e farinha. Da mandioca vêm produtos presentes no dia a dia dos brasileiros, como farinha, tapioca, farofa, roscas e o polvilho utilizado no pão de queijo.
Entre os municípios com maior área cultivada no Estado estão Jaguaruna, Sangão, Araranguá, Sombrio e São João do Sul. O evento em Sombrio reuniu produtores, técnicos e indústrias para valorizar a cadeia produtiva e promover troca de conhecimentos, com discussões acerca do uso de tecnologia e novas formas de cultivo para facilitar a colheita, que se estende por todo o ano na região.
A extensionista rural da Epagri, Luciana Ferro Schneider, destaca que a produção é essencial para abastecer a indústria e garantir a presença de diversos alimentos no dia a dia da população. “A mandioca que sai do campo vai para a indústria e se transforma em fécula, polvilho e farinha, que depois chega à mesa dos consumidores em diferentes formas, como o pão de queijo e a rosca de polvilho”, explica.
O presidente da Associação das Indústrias Processadoras de Mandioca e Derivados (Aimsc), João Paulo da Silva Teixeira, destaca que a Aimsc tem feito um trabalho para integrar a cadeia produtiva, através do Programa Mandioca de Alta Produtividade Sustentável (Promaps), num trabalho que está iniciando este ano, com o objetivo de reunir os entes que podem contribuir com a cadeia e o setor produtivo, para aumentar a produtividade, entre 20% e 40%, dando ainda mais protagonismo ao setor.
O cenário para o ano de 2026 é positivo, com melhores condições climáticas previstas, a safra tende a ser mais rentável.
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